Conforme aponta a Dra. Dayse Ketren Souza, a rotina de um cirurgião geral em emergências é intensa, exigindo rapidez, precisão e resistência emocional. Cada decisão pode ser a diferença entre a vida e a morte, tornando o trabalho desafiador e essencial. Desde traumas graves até cirurgias de urgência, esses profissionais enfrentam cenários imprevisíveis todos os dias.
Mas como eles lidam com essa pressão? Quais são os procedimentos mais comuns? Continue lendo para entender como funciona essa rotina de alto impacto.
Como é a rotina de um cirurgião geral no setor de emergência?
O dia de um cirurgião geral em emergências é marcado por ritmo intenso e imprevisibilidade. Ele precisa estar preparado para lidar com múltiplos casos simultaneamente, desde traumas graves até complicações abdominais agudas. A cada plantão, o profissional enfrenta desafios que exigem concentração e resistência física para manter a qualidade do atendimento, como explica Dayse Ketren Souza.
Além dos procedimentos cirúrgicos, o cirurgião participa de avaliações iniciais, definindo prioridades e decidindo quais pacientes necessitam de intervenção imediata. O trabalho em equipe com anestesistas, enfermeiros e clínicos é essencial para garantir que cada caso seja tratado da melhor forma possível. A pressão constante torna a rotina exaustiva, mas também gratificante quando vidas são salvas.

Quais são os principais procedimentos realizados?
No ambiente emergencial, o cirurgião geral executa desde drenagens de abscessos e correções de hérnias estranguladas até cirurgias mais complexas, como laparotomias para hemorragias internas. As lesões por trauma, como ferimentos por arma branca ou acidentes de trânsito, também são frequentes, exigindo reparação de órgãos ou controle de sangramentos.
Outro procedimento comum é a apendicectomia de urgência, essencial para evitar complicações como a peritonite. Além disso, obstruções intestinais e perfurações gástricas são tratadas regularmente. De acordo com Dayse Ketren Souza, a diversidade de casos exige que o cirurgião tenha conhecimento abrangente e habilidade para atuar com rapidez. Assim, cada segundo conta, tornando a experiência e a precisão fatores cruciais para o sucesso das intervenções.
Como a tomada de decisões impacta a vida dos pacientes?
A velocidade na identificação do problema e na escolha do melhor tratamento pode ser determinante para a sobrevivência do paciente. Em emergências cirúrgicas, por exemplo, minutos fazem a diferença entre um desfecho positivo ou fatal. O cirurgião precisa manter a calma sob pressão, analisando, rapidamente, exames e sintomas para agir de forma precisa, como detalha Dayse Ketren Souza.
A experiência e o treinamento constante ajudam a minimizar erros e aprimorar a capacidade de decisão. A intuição clínica, baseada em anos de prática, também desempenha um papel crucial. Assim, cada escolha feita no centro cirúrgico pode definir o futuro do paciente, tornando a profissão um verdadeiro desafio diário. Ademais, é importante ressaltar que a comunicação eficiente com a equipe também é fundamental para a tomada de decisões seguras.
A linha tênue entre vida e morte
Em suma, a Dra. Dayse Ketren Souza deixa claro que o trabalho de um cirurgião geral em emergências é uma mistura de habilidade técnica, tomada de decisão ágil e resiliência emocional. Lidar com situações de alto risco exige preparo constante e comprometimento. No entanto, apesar das dificuldades, salvar vidas e proporcionar esperança aos pacientes faz com que cada plantão valha a pena.
Autor: Gennady Denisov
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital